Sindsep-DF e Condsef se reúnem com Ministério das Comunicações e defendem convocação do cadastro de reserva da Telebras
A luta dos aprovados no último concurso da Telebras, iniciada há três anos, ganhou novo capítulo com uma reunião entre representantes do Ministério das Comunicações e da empresa, membros da comissão de aprovados do último concurso, e as direções do Sindsep-DF e da Condsef, na terça-feira, dia 3. O objetivo foi discutir o impasse em torno das convocações dos aprovados no cadastro de reserva e o fortalecimento da estatal por meio de contratações efetivas. O certame foi realizado em 2021, com a oferta de nove vagas imediatas e 1.182 para o cadastro de reserva. Até o momento, menos de 160 candidatos foram convocados. Em maio do ano passado, o concurso teve sua validade prorrogada até 15 de junho de 2026.
Na avaliação da diretora das Executivas do Sindsep-DF e da Condsef, Mônica Carneiro, a reunião marcou um avanço no processo de diálogo e articulação institucional, mas os desafios permanecem. “A saída é intensificar a mobilização e a pressão para garantir a convocação do cadastro de reserva e, ao mesmo tempo, o fortalecimento da Telebras. Ressaltamos que esta não é uma medida administrativa, mas uma estratégia de Estado para garantir a soberania digital, a inclusão social, a segurança nacional e a eficiência na gestão pública das telecomunicações, o que torna indispensável a efetivação de empregados concursados e comprometidos com a missão estratégica da empresa”, afirmou. Além de promover políticas públicas de inclusão digital, a Telebras atende às demandas de soluções em serviços de conexão para a administração pública.
A luta dos aprovados no último concurso da Telebras, iniciada há três anos, ganhou novo capítulo com uma reunião entre representantes do Ministério das Comunicações e da empresa, membros da comissão de aprovados do último concurso, e as direções do Sindsep-DF e da Condsef, na terça-feira, dia 3. O objetivo foi discutir o impasse em torno das convocações dos aprovados no cadastro de reserva e o fortalecimento da estatal por meio de contratações efetivas. O certame foi realizado em 2021, com a oferta de nove vagas imediatas e 1.182 para o cadastro de reserva. Até o momento, menos de 160 candidatos foram convocados. Em maio do ano passado, o concurso teve sua validade prorrogada até 15 de junho de 2026.
Na avaliação da diretora das Executivas do Sindsep-DF e da Condsef, Mônica Carneiro, a reunião marcou um avanço no processo de diálogo e articulação institucional, mas os desafios permanecem. “A saída é intensificar a mobilização e a pressão para garantir a convocação do cadastro de reserva e, ao mesmo tempo, o fortalecimento da Telebras. Ressaltamos que esta não é uma medida administrativa, mas uma estratégia de Estado para garantir a soberania digital, a inclusão social, a segurança nacional e a eficiência na gestão pública das telecomunicações, o que torna indispensável a efetivação de empregados concursados e comprometidos com a missão estratégica da empresa”, afirmou. Além de promover políticas públicas de inclusão digital, a Telebras atende às demandas de soluções em serviços de conexão para a administração pública.
Durante a reunião, a comissão de aprovados relembrou que, em diálogo anterior com a direção da empresa, foi prometida uma “grata surpresa” quanto à convocação dos concursados. O que se viu, no entanto, foi a publicação de uma nota técnica direcionada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por meio da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), propondo a criação de 32 novas vagas — todas para cargos comissionados. Nenhuma ampliação no quadro permanente atual de 406 empregados foi anunciada. Por outro lado, em um documento interno, a empresa informa que necessita de ao menos 286 funcionários para cumprir sua missão institucional.
A direção da Telebras, por sua vez, alega que não há pessoas qualificadas entre os aprovados, argumento considerado ofensivo, dado que todos os candidatos passaram por provas objetivas, discursivas, avaliação de títulos e comprovação de experiência profissional. A direção do Ministério das Comunicações reconheceu a gravidade da situação e comprometeu-se a dialogar com a Telebras e a apoiar institucionalmente a comissão de aprovados. Uma reunião conjunta entre o ministério e a empresa deverá ser articulada nos próximos dias, com o objetivo de esclarecer as necessidades reais da estatal, as possibilidades orçamentárias e o papel dos concursados nesse contexto.
As entidades sindicais assumiram o compromisso de encaminhar subsídios ao Ministério das Comunicações, com dados sobre a situação do concurso, listas de classificação, cronograma de chamadas e argumentos técnicos que demonstrem que o impasse não é apenas técnico, mas político e estratégico, além de planilha com o cruzamento de atribuições entre os cargos previstos no edital e os contratos terceirizados firmados pela Telebras, incluindo os novos cargos de gerência.

