Reforma administrativa: ataque ao povo, blindagem aos privilégios

Ao mesmo tempo em que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também chamado nas redes de “Hugo Nem-se-importa”, e seus aliados dedicam tempo e energia para avançar com a reforma administrativa, que nada mais é do que o desmonte do serviço público que atende à população, retirando direitos dos servidores e enfraquecendo políticas essenciais, também atuam para preservar seus próprios privilégios. O discurso de “enxugar a máquina pública” passa longe da elite política do país. Um deputado federal, por exemplo, custa aos cofres públicos cerca de R$ 3,3 milhões por ano.

A classe trabalhadora precisa estar atenta: a reforma administrativa não combate privilégios. Ela destrói direitos e compromete a capacidade do Estado de oferecer serviços públicos universais e de qualidade a todo o povo brasileiro. Blindar salários no topo enquanto desmontam o Estado na base é a prova mais concreta de que esse projeto não tem nada de “justiça” ou “modernização”: é apenas demolição!

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