Reforma Administrativa é ataque aos direitos, não combate a privilégios
A proposta de reforma administrativa construída no Grupo de Trabalho (GT) da Câmara dos Deputados não combate privilégios. Longe disso! Estão de fora do texto os supersalários do alto escalão militar e todos os penduricalhos (auxílios e benefícios) dos parlamentares e dos juízes.
Na prática, a reforma só ataca mesmo os direitos e conquistas da maioria dos servidores com o objetivo claro de enfraquecer os serviços públicos e transformar o Estado em balcão de negócios para atender aos interesses de setores financeiros e empresariais que buscam flexibilizar garantias constitucionais, enfraquecer a estrutura pública e precarizar os serviços essenciais, o que implicaria em retrocessos significativos para o povo brasileiro, especialmente para os setores mais vulneráveis da população.
Por isso, reafirmamos: o que o Brasil precisa é do fortalecimento dos serviços públicos, com mais investimentos, realização de concursos e manutenção do RJU, garantindo que o Estado cumpra seu papel de assegurar direitos e oferecer políticas públicas de qualidade.





