Ainda é possível de barrar a reforma da previdência

Ainda é possível de barrar a reforma da previdência

Em ato contra a reforma da previdência em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados na tarde de hoje, o secretário-geral do Sindsep-DF, Oton Pereira Neves, ressaltou a importância de fortalecer a luta contra a PEC 6 pressionando os parlamentares para votarem contra a proposta no segundo turno (veja vídeo). “Nós estamos num trabalho árduo, mas que está surtindo efeito. Estamos visitando os servidores no seu local de trabalho e entregando este jornal que elenca os prejuízos que os servidores terão se essa PEC passar”, afirmou referindo-se ao informativo “Reforma da Previdência: Texto aprovado em primeiro turno é péssimo para os servidores”.

Ele também lembrou que o sindicato irá visitar os deputados federais Julio Cesar (PRB) e Luis Miranda (DEM) e os senadores Leila Barros (PSB), Izalci Lucas (PSDB) e Reguffe (sem partido) para entregar o abaixo-assinado do funcionalismo público contra a reforma da previdência. O documento contém mais de duas mil assinaturas coletadas junto aos servidores do Executivo Federal.

Os deputados foram os únicos que não receberam o abaixo-assinado na primeira visita aos gabinetes dos parlamentares do DF, realizada em 10 de julho. Na data, a direção do sindicato não conseguiu acesso ao gabinete do parlamentar Julio Cesar porque a circulação no Anexo III estava limitada a parlamentares e servidores da Câmara em função da votação em plenário da reforma da previdência.

Já assessoria do deputado Luis Miranda se negou a receber o abaixo-assinado e ainda tratou mal a delegação do sindicato e exigiu que a gravação da visita fosse deletada do celular sob ameaça de chamar a polícia legislativa.

Segundo Neves, o objetivo da visita aos gabinetes é informar aos parlamentares a posição contrária dos servidores à reforma da previdência e alertar que o sindicato levará ao conhecimento do conjunto dos trabalhadores do setor público o nome de todos os parlamentares que votarem contra o povo e a favor dessa reforma que é extremamente prejudicial aos trabalhadores. “Não vamos deixar que esse ato caia no esquecimento. Quem votar a favor da PEC 6 não volta para o Congresso”, declarou.

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