Em vigília, sindicato cobra aumento da contrapartida da assistência à saúde

Campanha Salarial 2019

Em vigília, sindicato cobra aumento da contrapartida do governo à assistência à saúde

Em vigília em frente ao Ministério da Economia (Bloco C), na sexta-feira (7), dezenas de servidores organizados pelo Sindsep-DF, em conjunto com a Condsef/Fenadsef e Fenasp, cobraram do governo a abertura das negociações da pauta unificada do funcionalismo. Um dos itens centrais das reivindicações é o reajuste da contrapartida da assistência à assistência à saúde.

Na ocasião, o diretor da Condsef, Rogério Expedito, informou que a pauta unificada foi entregue ao governo no dia 20 de março e o Ministério da Economia havia ficado de dar um retorno em 15 dias. Desde então, as reuniões agendadas vêm sendo sucessivamente canceladas pelo governo. Segundo cálculos do Dieese, as perdas salariais de 2010 aos dias de hoje somam 33,25%. Com base nisso, as entidades reivindicam a extensão da Lei 13.464/2017 para todos os servidores do Executivo. Essa lei concedeu um reajuste da ordem de 26% para 32 categorias do funcionalismo, enquanto a grande maioria do funcionalismo recebeu apenas 10,8% de reajuste.

No que tange a assistência à saúde, a reivindicação é para que a contrapartida do governo ao plano de saúde seja de pelo menos 50% do valor da mensalidade. “Atualmente, o governo paga menos de 10% do valor da mensalidade, sendo que o plano é um direito do servidor garantido no RJU”, afirmou Rogério.

No encerramento do ato, o secretário-geral do Sindsep-DF, Oton Pereira Neves, voltou a convocar os servidores a aderirem à Greve Geral de 14 de junho contra a reforma da previdência e em defesa, em defesa do servidor e serviço público, por melhores salários e condições de trabalho. “O alvo central da greve é barrar a nefasta reforma da previdência. Mas também vamos mandar um recado direto ao governo para que abra negociações imediatas e pare de atacar os servidores e os serviços públicos”, afirmou Neves.

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